Blogue simples e personalizado, de conteúdo essencialmente literário, dando voz tanto a autores desconhecidos como veiculando autores célebres; com pequenos focos na música, pintura, fotografia, dança, cinema, séries, traduzindo e partilhando alguns dos meus gostos pessoais.
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terça-feira, 13 de outubro de 2009

"Demasiado Cedo..."



Pelos campos sinuosos
Ouvia-se um cantar
Era um som harmonioso
De alguém a desabrochar


Queria ser quem não era
Queria estar onde não estava
Queria viver essa Era
Como uma força avançada


Num grito altivo,
Sentiu-se um prenúncio;
Era ele a chegar
Para poder embarcar


De Braga a Nova Iorque
Entre Folclore e Rock
Um ícone popular
Uma voz de encantar


A sua existência, decorreu com brevidade
E descolado do seu Eu,
A sua escrita deixa saudade
Doou-nos tudo que era seu



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"Os Cavaleiros da Lusitânia"



Chamam-lhe o Quinto Império,
Outros, a Terra Prometida.
Eu queria apenas,
Viver em Harmonia


Uma vez Descobridores,
Navegadores de Sonhos,
Conquistadores de Mares
Em perigos medonhos


Perdemos Impérios,
Por várias razões.
Irmãos já não éramos,
Sem excepções


O Hino é a tua Pátria,
A Língua é de Camões
Deixaste na escrita
Todas as emoções.


A Nação vai viver,
O Reino da União.
Ao Mar Voltarão,
Os filhos de D. Sebastião.



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Autoria: Howard David Jonhson

"O Testemunho de um Sonho"



A ausência de vida, é a distância do nosso ser.
Nesse instante, vive-se uma vida de mentira e sem alento.
Queremos gritar bem alto, ao mundo as amarras do nosso ser,
O quanto estamos a sofrer,
Mas afinal percebemos que nada estamos a fazer.


E de tanto bater a chuva, gera um turbilhão,
Será nessa envolvente luta, que queremos viver ou não!
Num denso nevoeiro, a procura é uma constante,
Retiram-se as ervas daninhas e elevam-se paisagens verdejantes.


As escolhas estão tomadas,
Os rumos divididos,
Nessa longa caminhada,
Debatemos a nossa encruzilhada.


Os sonhos, devem sempre se manter acesos,
Nunca serem apagados por um simples soprar do vento.


Se pensarmos, que cada um tem um D. Sebastião dentro de si!...
Os medos se dissiparão e a nossa alma se encontrará.
Não haverá bruma nem muro que nos deterá.
E assim, das cinzas renasceremos,
Correntes dissolvemos
E um mar já navegado será novamente conquistado…



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Autor da imagem : Howard David Jonhson